A ocorrência foi registrada por volta das 20h30, na Avenida Coronel José Severiano Maia. Segundo o relato da vítima à Polícia Militar, os estelionatários entraram em contato via WhatsApp simulando ser seu filho.
A abordagem seguiu um roteiro comum nesse tipo de crime:
O primeiro pedido: Os criminosos solicitaram inicialmente a quantia de R$ 1,5 mil.
A insistência: Pouco tempo depois, uma nova mensagem pedia outros R$ 1,5 mil.
Acreditando na veracidade das mensagens, a mulher deslocou-se até sua agência bancária e efetuou as transferências, totalizando R$ 3 mil para a conta indicada pelos golpistas.
A ficha só caiu horas mais tarde, quando a mulher conseguiu conversar pessoalmente ou por outro meio com o filho real. Ao questioná-lo sobre o dinheiro, ele confirmou que jamais havia feito tais solicitações.
Ação Policial: A Polícia Militar registrou o Boletim de Ocorrência por estelionato e orientou a vítima a procurar imediatamente o gerente de sua agência bancária para tentar o bloqueio ou a reversão da transação (Mecanismo Especial de Devolução - MED).
Casos como este têm se tornado frequentes na região. As autoridades reforçam dicas de segurança para evitar cair em fraudes similares:
Confirme por ligação: Se um parente pedir dinheiro por um número novo, tente ligar para o número antigo ou faça uma chamada de vídeo para confirmar a identidade.
Desconfie de urgência: Golpistas sempre apelam para o senso de "emergência" para impedir que a vítima pense com clareza.
Verifique a conta de destino: Note se o nome do favorecido na transferência é realmente o do seu familiar. Geralmente, os valores vão para contas de "laranjas" em outros estados.